terça-feira, 31 de março de 2009

"Amor" Vs DINHEIRO


Caso do Euromilhões dos namorados segue para julgamento

A audiência preliminar dos ex-namorados que disputam um primeiro prémio do Euromilhões terminou, esta terça-feira, sem acordo e o caso segue para julgamento.
O caso remonta a Janeiro de 2007 e desde então o dinheiro está "preso". Luís Ribeiro moveu o processo à ex-namorada Cristina Simões e aos seus pais por não aceitarem dividir a verba em partes iguais. O jovem mantém "total disponibilidade" para o acordo, mas a outra parte tem-se mostrado irredutível, reivindicando a totalidade da quantia.
Na sessão desta manhã, ficou a saber-se que Luís Ribeiro apostou 4 euros e Cristina Simões 2 euros. Cristina, que não compareceu à audiência, insiste que foi na parte dela que estava o prémio agora disputado.
Por sua vez, o advogado de Luís Ribeiro, argumenta que "não há nehum documento escrito" que prove uma sociedade de jogo entre o ex-casal de namorados.
O caso segue então para julgamento e o valor das custas judiciais disparará para as dezenas, senão centenas, de milhares de euros, dado o elevado montante em apreciação.
Com a entrada da acção, a vida dos jovens mudou radicalmente e o namoro acabou.

In Jornal de Noticias


Incrivelmente, continuam a faltar-me as palavras, até mesmo para comentar este episódio.
Este caso deixou-me realmente desacreditada.

Afinal quem move montanhas não é o Amor...

Sem nada a esconder

Porque me têm faltado as palavras, aqui fica mais uma imagem.


(definitivamente, temos de lidar mais com os animais... Ou tenho)

segunda-feira, 30 de março de 2009

sexta-feira, 27 de março de 2009

Há verdades assim... Que doem

Antes de mais quero deixar bem claro (clarissimo) que nada disto altera a minha verdade sobre o sucedido! Nada!

Mas lá que esta sinopse está bem apanhada... Ai lá isso está...

Ora vejam lá:
http://videos.sapo.pt/59jFzIiijoWaZgCZJcml

Ps: uma pequena nota para o "ar" profundamente irritante de Pedro Ribeiro... É que até a mim me enerva aquele tom... Imagino aos...

quinta-feira, 26 de março de 2009

Vida FM


Um dia destes recebi um e-mail com fotografias da casa do Sr. não-sei-das-quantas, fundador da igreja Universal do Reino de Deus. O que dizer daquela casa… Em primeiro lugar, que é de uma pirosice capaz de cegar quem vê, um mau gosto atroz que me faz olhar para todas as casas da “minha” Santa terrinha com outros olhos. Em segundo lugar, que se trata de uma afronta a todos aqueles que, com grande esforço, pagam a dizima mensal para usufruir de mais um dos milagres “daquele” Deus Nosso Senhor. E quem são estas pessoas? São as mesmas que apresentam os seus testemunhos numa Rádio fundada para o efeito. Não tenho por hábito ouvi-la, como é óbvio, mas de quando em vez, lá me fui resignando a perder alguns minutos da minha viagem a… rir a bandeiras despregadas. Sim, porque mais do que isto não é possível. Não esperem encontrar comoção e uma lágrima no canto do olho. Esperem, tão somente, umas boas gargalhadas. Ouvem-se coisas como “tinha uma ursa nervosa que me desapareceu com a ajuda do senhor”; “o meu marido dá-se mal com o meu filho, principalmente quando chega a casa bêbado, e isto só pode ser uma coisa maldita que está com ele” – note-se, não é o álcool que lhe jorra nas veias, não… é a “coisa maldita” – e aqui há tempos (largos) consegui ouvir a história de um senhor que enquanto ajudava a sua mulher, que se encontra numa cadeira de rodas, a sair do carro, foi abalroado por um outro carro. E ao ouvir este testemunho, logo de seguida o que se ouve é um riso comedido, mas não o suficiente, dos próprios locutores! Sim! Eles riram-se em directo da história de sofrimento que lhes estava a ser contada. Eu confesso que também me ri, mas não tanto como eles… a juntar a estes testemunhos surgem outros que não se percebe nada… nadinha, que estão apenas a ser lidos a partir de uma ponta de papel rasgada na taberna do Zé.

Não me venham cá dizer que Deus há só um, e é o mesmo em todas as religiões. Por favor…
Beijos

quarta-feira, 25 de março de 2009

Ciumenta?! Eu?!


E eu que pensei não mais voltar a ter inspiração (ou vontade) para escrever fosse o que fosse (ou melhor, para partilhá-lo fosse com quem fosse), eis que dou por mim com as pontas dos dedos a queimar de tanta ânsia. A coisa é quente, e mexe comigo de tal maneira que… Pois é! E o tema inaugural deste meu “AiaiPequenas coisasAiai” é um dos sentimentos mais vulgares do ser humano… O ciúme… Sentimento acerca do qual eu posso “falar de cadeira”. Ah pois é… Eu, sou uma ciumenta nata e assumida, que se rende totalmente à fraqueza que outra mulher, perto do Seu Homem, lhe provoca; que acorda mal-humorada se sonhou que o seu homem sorria para outra mulher com aquele sorriso que entende ser Só Seu (e isto acontece-me algumas vezes); que treme (no sentido físico “da coisa”) enquanto esboça aquele sorriso nervoso que antecede a discussão que aquele ciúme vai gerar; que quase chora de tanta raiva por sentir o controlo a fugir-lhe por entre os dedos e nada conseguir fazer para impedi-lo. E, sobretudo, sou uma ciumenta que jura a pés juntos (mas fazendo umas “figas mentais” tremendas) que jamais voltará a demonstrar semelhante sentimento! Jamais!
Teorias acerca deste sentimento, não faltam. Eu diria mesmo que é “aos magotes”. Desde meros amadores, a profissionais da Psicologia e do estudo da Psique Humana, todos têm o seu parecer, a sua verdade. O mais comum é utilizar expressões como “Insegurança”, “falta de personalidade”, “falta de amor-próprio”, etc. e tal… O problema está sempre no ciumento, nunca naquele que é alvo de ciúme… (Pxxxxt’á claro, então…… Tásse memo a ver que sim! É masé o caraças!!!!) E é verdade. É verdade sim senhooora… Ciumentos… Cambada de doentes.
Que cambada de doentes qual quê… Sabem lá todos eles, que defendem estas teorias de meia-tigela, o que é sentir o seu amor ferido, posto em causa, ameaçado, e sentirem-se incapazes de protegê-lo. Sabem lá o que é o transtorno causado àquele que se sente alvo de ciúme, quando comparado com o sofrimento daquele que assiste, impotente, sem nada poder fazer. Eles sabem lá… Ou melhor, sabem, mas o politicamente correcto e socialmente aceitável é dizer-se que o ciúme é coisa dos fracos e pobres de espírito, mesmo que todo o ser humano que AME COM VERDADE experimente este sentimento! TODO! Não escapa nem “unzinho”, tá?! E não me venham cá com balelas, porque não há ninguém no mundo que não desse o rabinho e oito tostões para se sentir amado e desejado até à exaustão, roçando mesmo a loucura. Não há… Bem… Vamos lá acalmar os ânimos e colocar alguma sanidade nisto, senão… (se me entusiasmo não sei onde é que isto vai parar). É claro que ao ciúme é exigida a sua conta, peso e medida. Não confundamos ciúme com demência, que passe por “armar o barraco” no meio da rua e partir pratos na cozinha contra a parede, ok? Moderação é boa e recomenda-se.
Só não a usem quando se tratar de Amar.

Ps: Deixo-vos com as imagens que deram origem a estes meus devaneios.
O Meu Beijinho